***

*** PAISAGEM CULTURAL MARÍTIMA DOS AÇORES ***
A montanha e parte da Ilha do Pico vistas de uma zona elevada da ilha do Faial. As ilhas estão separadas por um estreito de 8,3 Km de largura, que é designado por Canal do Faial, expressão que deu título ao romance de Nemésio. O mar agitado prejudicou este ano as atividades da Semana do Mar.
~~ A fotografia - «Moinhos da Ilha do Faial» - é da autoria de Fernando Araújo.~~

domingo, 3 de julho de 2016

Fado Português





              
         Poema de José Régio
Caravela Boa Esperança - Regata Colombo - 1992


A Nau Quinhentista, museu desde 2007 - Vila do Conde

Dulce Pontes



Antigo liceu de Portalegre






42 comentários:

  1. Viva minha amiga.
    Muito bem elaborado o teu trabalho. A Casa da Cultura de Vila do Conde com o nome do poeta é um edifício muito bonito, também.

    Beijinho e boa semana,

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Guardei as casas-museu para outra publicação.
      Agradeço-te teres indicado a Casa da Cultura e o teu carinho incentivador.
      Ótima semana.
      Beijinho.
      ~~~

      Eliminar
  2. Gostei muito de ouvir Dulce Pontes.
    Bjos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Esta interpretação está sublime.
      Bjos

      Eliminar
  3. Um post cheio de coisas de que gosto: o fado, o mar, José Régio...
    E também gosto muito de ouvir a Dulce Pontes, embora não goste da presença dela em palco, porque a acho demasiado teatral.

    Beijinhos e uma boa semana, Majo:)

    ResponderEliminar
  4. A apresentação da Dulce Pontes tem melhorado...
    É gratificante saber que gostou do 'post', Isabel.
    Ótima semana.
    Beijinhos.
    ~~~~

    ResponderEliminar
  5. Parabéns Majo, pelo trabalho que tem dedicado ao seu blogue. E muito obrigada pela partilha :)

    ResponderEliminar
  6. Alda, recebo-a sempre com alegria e fico muito grata com a generosa avaliação que é um ótimo incentivo.
    Excelente semana.
    Abraço.
    ~~~

    ResponderEliminar
  7. Que bom foi ouvir Dulce Pontes a cantar o belo poema de José Régio, um poeta que está a cair no esquecimento... Excelente trabalho este, seu aqui com imagens ligadas ao poeta.
    Um beijo, Majo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. A sua apreciação é muito especial, Graça.
      Agradeço o simpático estímulo.
      Uma ótima semana.
      Beijo.
      --

      Eliminar
  8. Mal sabia José Régio que Dulce Pontes viria a cantar um trabalho seu.
    O resultado é deslumbrante.
    Boa semana, Majo, beijinhos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo inteiramente com o teu justo parecer.
      Ótima semana, António.
      Beijinhos, amigo.
      ~~~~~~~~~~

      Eliminar
  9. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  10. Um Poema é parte da Alma do Poeta; uma interpretação cantada/musicada enaltece e (re)cria novos sentimentos que, eventualmente, o seu criador não havia pensado/sentido.
    Resulta um valor acrescentado muito belo.
    Parabéns pela associação feliz.


    Beijo
    SOL

    ResponderEliminar
  11. O seu comentário poético é tão inteligente, como elegante!
    Grata pela gentileza e por iluminar a minha página, Sol.
    Dias muito agradáveis e inspirados.

    Beijo.
    ~~

    ResponderEliminar
  12. Majo
    uma bela postagem e que bom ouvir Dulce Pontes a cantar este fado com letra de José Régio.
    gostei!
    boa semana.
    beijinho
    :)

    ResponderEliminar
  13. Bom gosto, Piedade, bom gosto.
    Lamento o seu diário fotográfico andar interdito à nossa apreciação.
    Beijinhos.
    ~~~~

    ResponderEliminar
  14. É gratificante saber que gostou, Francisco.
    Beijinho.
    ~~~

    ResponderEliminar
  15. Madrinhamiga

    Não é necessário que me imeiles tristonhos porque eu venho sempre por cá: Às vezes não comento porque não me dá na bolha - e neste caso é tudo.

    A minha mãe nasceu na Maia, porto, porém aos sete meses foi para Portalegre. O meu avô Braz Antunes era da falecida Guarda Fiscal onde chegou a tenente; mas durante a carreira saltava de terra e finalmente feio a fixar-se em Portalegre (era de Montalvão)

    A minha mãe sempre se considerou portalegrense, foi aluna do José Régio e só saiu de lá para casar com o meu pai que era ribatejano - do Cartaxo. Ainda hoje quando vou (vamos) a Portalegre (a minha nora mais "velha", a Margarida, é de Estremoz e os meus compadres, gajos porreiríssimos, querem-nos sempre lá) sigo (seguimos) directamente para rua de Infantaria 22 onde fica a casa onde os meus avós viviam...

    Logo também me sinto mais ou menos alentejano e talvez por isso cantei o fado quando tinha 16/17 - e parece que mais ou menos bem dizia o Carlos Ramos pois cantámos em dueto na sua casa de fados A Toca Tempos que já lá vão. Os alentejaos são grandes fadistas...

    E prontes (???) a estória acabou mesmo no fim...

    Qjs do afilhado Leãozão e a Raquel acompanha-me à guitarra... :-)))))))))))))))))))))))

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Já sabia das tuas raízes portalegrenses e admiradoras de fado
      e foi por isso, que te recomendei o 'post' - ao teu jeito.
      Apreciei o teu carinho, Leãozão.
      Beijinhos e abraços para vós.
      ~~~~~~~~~~~

      Eliminar
  16. Em representação da APORVELA estive no bota abaixo desta nau em Vila do Conde.
    Já não me lembro em que ano tal sucedeu...
    E já visitei a Casa Museu José Régio, sita em Vila do Conde.
    Recomendo vivamente !
    ~~~~~

    Um beijo amigo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Agradeço as palavras carinhosas, João.
      Foi bom encontrar-te no meu espaço.
      Beijinho, amigo.
      ~~~~~~~~

      Eliminar
  17. Fado acertado
    eu
    que nestes dias
    quase esquecia nosso fado
    e passado

    Belas velas, essas

    ResponderEliminar
  18. Calma, porque vai correr tudo bem. Assim desejo.
    Fico grata pelo simpático cumprimento.
    Beijo, amigo.
    ~~~~~~~

    ResponderEliminar
  19. Aprecio imenso quando os cantores musicam poemas. Neste caso, o poema de José Régio, ganha amplitude, além de ser uma forma de não cair no esquecimento.
    A geração da Presença destacou-se no panorama literário português, assim como a geração d´Orpheu... Ambas agitaram os tempos literários. Numa cadeira de literatura portuguesa, o modernismo ocupou um semestre :)
    Parabéns pelo cuidada e inteligente postagem.
    Bjo, amiga :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Fico muito reconhecida pelo teu comentário tão arguto,
      como generoso, Odete.
      'Recebo-te' sempre com grande contentamento.
      Beijo.
      ~~

      Eliminar
  20. Que lindas fotografias das «caravelas»!Muito bonito o poema de Régio.
    Quanto ao fado... bem.... não gosto muito!

    Beijinhos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Escolhi a canção, em vez do fado...
      Fico grata pelo carinho, Graça.
      Beijinho.
      ~~~~

      Eliminar
  21. Um dos grandes e o poema uma carga de sentimentos, mas bem cantado: gosto.
    Abraços, querida amiga

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É gratificante saber que foi do seu agrado, Joaquin.
      Abraço, querido amigo.
      ~~~~~~~~~~~~~~~~~~

      Eliminar
  22. Uma partilha muito bonita, Majo. Gosto imenso do poema e da voz de Dulce Pontes.:)

    [E não, não me esqueci. Mas não tinha ainda visto este post quando publiquei o meu último "posts escolhidos". Haverá mais marés, no entanto... :)]

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É confortante saber que foi do seu agrado, Luisa.
      Fico grata pelo incentivo.
      Beijinho.
      ~~~

      PS - Eu apenas brinquei...

      Eliminar
  23. Mais um post magnifico!!!
    Gosto imenso da interpretação de Dulce Pontes... e as palavras deste grande poeta, ganharam uma intensidade acrescida, na voz de Dulce P.
    Belíssima partilha! Beijinhos!
    Ana

    ResponderEliminar
  24. Concordo consigo na apreciação do poeta e da voz da DP.
    Agradeço o carinho e incentivo, Ana.
    Beijinho.
    ~~~~

    ResponderEliminar
  25. Querida amiga,

    A partir de um dos mais belos poemas de José Régio, fizeste um post magnífico.
    Emociono-me sempre quando ouço a voz de Dulce Pontes.

    Um beijinho

    ResponderEliminar
  26. As caravelas tem um significado para mim pq me recorda
    o descobrimento do Brasil; quantas Naus vieram e como foram confeccionados
    bom adoro história...
    Escutei muito Dulce Pontes gosto bastante;
    Boa continuação de semana.

    ResponderEliminar
  27. Eram longas as viagens dos portugueses a bordo dos veleiros...
    Esta interpretação de Dulce Pontes está linda!
    Dias serenos, no aconchego do inverno do RS.
    Beijos, amiga.
    ~~~~~~~

    ResponderEliminar
  28. Sempre amando o fado e este lindo demais.
    Bela partilha amiga e salvei o link do Grande José Régio para ler calmamente.
    Gosto de ver o carinho que vem tendo nas partilhas.
    Parabéns querida Majo.
    Abraços com carinho.
    Bjs de paz.

    ResponderEliminar
  29. É um prazer encontrá-lo na minha 'sala', Toninho.
    É muito agradável saber que gostou desta postagem
    e receber o seu apoio e carinho, amigo.
    Terno abraço.
    Beijo de paz.
    ~~~~~~~

    ResponderEliminar
  30. Tudo maravilhoso!
    As imagens, o poeta, a voz da Dulce Pontes...
    bjs

    ResponderEliminar
  31. Gostei de saber que foi do seu agrado, Graça.
    Beijinho.
    ~~~

    ResponderEliminar